Ah Muya Koya: La lucha del pueblo Puri por la revitalización de su lengua

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.35588/qg7yb424

Palabras clave:

Rio de Janeiro, Aldeia Maraka'nà, Lenguas indigenas, Pueblo Puri

Resumen

Este trabajo contribuye a una mejor comprensión acerca de las dificultades y estrategias que permean los caminos que los pueblos indígenas han seguido para el fortalecimiento de sus lenguas originarias em Río de Janeiro. Para ello, analicé el caso del pueblo Puri que, a lo largo del siglo XXI, há llevado adelante iniciativas de recuperación y revitalización de la lengua puri/kwaytikindo. Por lo tanto, analizaré consensos, disensos y alianzas presentes em dichos movimientos, observando su trayectoria y sus especificidades. Durante mi análisis, estableceré um diálogo com autores como Freire (2019), Ivanilson Xokó (2024), Ianara Xokó (2024), Reis de Macedo (2025), Txâma Xambé Puri, Tutushamum Puri y Xindêda Puri (2020). Com este artículo, pretendo también demostrar la complejidad de la dinámica interna de los pueblos indígenas em las zonas urbanas, evidenciando cómo esta se encuentra atravesada por cuestiones políticas —internas y externas—, lingüísticas y de cosmopercepción.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

Albuquerque, M. A. dos S. (2016). Indígenas na cidade do Rio de Janeiro. Cadernos do Desenvolvimento Fluminense, 7, 149–168. https://doi.org/10.12957/cdf.2015.19715

Azuruhu. (2021, abril 30). KANDU PURI – Krim (prod. Patrickzaun) [Video]. YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=PpEvBRZCdyg

Bevilaqua, C. (2017). A aldeia vertical: Mistura indígena na cidade do Rio de Janeiro. Mundo Amazônico, 8(2), 49–70. https://doi.org/10.15446/ma.v8n2.64491

Bomfim, A. B. (2017). Patxohã: A retomada da língua do povo Pataxó. Revista LinguíStica, 13(1), 303–327. https://revistas.ufrj.br/index.php/rl/article/view/10433

Freire, J. R. B., & Malheiros, M. F. (2009). Aldeamentos indígenas do Rio de Janeiro. EdUERJ.

Freire, L. de L. (2020). Uma aldeia na “cidade maravilhosa”: Conflito e resistência no Rio de Janeiro. Latitude, 13(2), 97–120. https://doi.org/10.28998/lte.2019.n.2.10635

Guajajara, P., Guajajara, U., Xavante, J. O., Munduruku, L., & Icó, L. (2023). Em nossas artérias nossas raízes. Aldeia Maraka’nà; CESAC; I-motirõ.

Hobsbawm, E. (2023). Nações e nacionalismo desde 1780: Programa, mito e realidade. Paz e Terra.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (s.f.). O Brasil indígena: Estudos especiais. https://indigenas.ibge.gov.br/estudos-especiais-3/o-brasil-indigena/download

Lemos, M. S. (2018). Vocabulário da língua Puri (Português/Puri). Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro.

Loukotka, Č. (1937). La família linguística coroado. Journal de la Société des Américanistes, 29, 157–214.

Machado, M. M. (2021). Entre fronteiras: Posses e terras indígenas nos sertões (Rio de Janeiro, 1790–1824). Proprietas.

Malheiros, M. (2008). “Homens da fronteira”: Índios e capuchinhos na ocupação dos Sertões do Leste, do Paraíba ou Goytacazes (Tese de doutorado, Universidade Federal Fluminense).

Martins, R. (2023, junho 3). Conheça o Museu da Cultura Puri. OPIERJ. https://opierj.org/conheca-o-museu-da-cultura-puri/

Miki, Y. (2025). Fronteiras da cidadania: Uma história negra e indígena do Brasil pós-colonial. Companhia das Letras.

Oyěwùmí, O. (2021). A invenção das mulheres: Construindo um sentido africano para os discursos ocidentais de gênero. Bazar do Tempo.

Prezia, B. A. (2000). Os indígenas do Planalto Paulista nas crônicas quinhentistas e seiscentistas. Humanitas.

Puri, T. X., Puri, T., & Puri, X. (2020). Kwaytikindo: Retomada linguística Puri. Revista Brasileira de Línguas Indígenas, 3(2), 77–101. https://www.academia.edu/resource/work/79764163

Ramirez, H., Vegini, V., & França, M. C. V. de. (2015). Koropó, puri, kamakã e outras línguas do Leste Brasileiro. LIAMES: Línguas Indígenas Americanas, 15(2), 223–277. https://doi.org/10.20396/liames.v15i2.8642302

Ramos, M. F. (2017). Re-existência e ressurgência indígena: Diáspora e transformações do povo Puri (Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Viçosa). http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/24334

Reis de Macedo, M. (2025). Teko Haw Maraka’nà quebrando o asfalto: Raízes da ancestralidade indígena e cosmopolíticas na cidade do Rio de Janeiro. Revista Eletrônica da ANPHLAC, 25(40), 236–280. https://doi.org/10.46752/anphlac.40.2025.4262

Rugendas, J. M. (1940). Viagem pitoresca através do Brasil. Livraria Martins. (Obra original publicada no século XIX)

Silva, D. J. da. (2017). Cultura indígena do Sudeste, memória e sua guarda: Os Puri e sua identidade (Trabalho de conclusão de curso, Universidade Federal de Viçosa). https://educacaodocampo.ufv.br/trabalhos-de-conclusao-de-curso/

Torrezão, A. (1889). Vocabulário Puri. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, 52. Laemmert e Cia.

Von Martius, C. F. P. (1863). Glossaria linguarum brasiliensium: Glossarios de diversas lingoas e dialectos que fallao os indios no imperio do Brazil.

Xokó, I. A. R. L. (2024). De caboclos a Xokó: Retomada e ressurgimento de indígenas em Sergipe nos anos 1970. En M. Reis de Macedo (Org.), Povos indígenas no Brasil republicano: Por uma outra narrativa da História (pp. xx–xx). Editora CRV.

Xokó, I. M. dos S. (2024). Por uma escrita decolonial da História: Intelectuais indígenas e práticas de pesquisa no tempo presente. En M. Reis de Macedo (Org.), Povos indígenas no Brasil republicano: Por uma outra narrativa da História (pp. xx–xx). Editora CRV.

Enviado

2026-02-22

Publicado

2026-08-24

Cómo citar

Haniel de Almeida e Silva, G. (2026). Ah Muya Koya: La lucha del pueblo Puri por la revitalización de su lengua. Revista De Historia Social Y De Las Mentalidades, 30(1), 406-425. https://doi.org/10.35588/qg7yb424