Resenha. Fim por Nomear de Sandra Santos. Edição de autor. 116 páginas.
DOI:
https://doi.org/10.35588/ayr.v8i1.8004Palavras-chave:
Sandra Santos, poesia, estética biográfica, duplicidade, sentido em abertoResumo
Esta resenha tem como intuito, a partir de uma leitura da obra Fim por nomear, permear a questão da autoria e sua intrínseca relação com o elemento artístico. São inegáveis, a partir de um estudo dos poemas da obra em destaque, o predomínio de um espelhamento entre autor e obra, e, consequentemente, a variação em contínua força motriz, elemento, aliás, contumaz aos jogos de ambiguidade, e por isso, a condição por nomear – tanto na vida quanto na arte – estar sempre em aberto. Assim, à luz dos próprios contornos com um tom biográfico da autora, prima-se pela travessia de sua obra, ou melhor, pela sua estética, sobretudo, no que condiz às camadas subjacentes, que embora revelem uma unicidade em sua abstração, reacendem a memória literária e a vivência de si como tradição em suas múltiplas possibilidades de sentido.
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2026-03-05Publicado
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